Reflexão sobre o Tema II



Acredito que o futuro será certamente melhor, que nos trará ainda mais descobertas e novas formas de olhar o que já existe e tudo o que ainda temos para descobrir. Ao nível da educação e da formação, enquanto um dos pilares da nossa sociedade, considero que todos os dias pequenos avanços são conseguidos, por parte de todos os atores que fazem parte deste sistema e que contribuem para a disseminação do conhecimento.


O desenvolvimento da educação aberta e colaborativa em rede veio contribuir para um aumento exponencial da difusão do conhecimento que é produzido, graças às redes de conhecimento que se vão desenvolvendo no espeço virtual.


Flexibilidade, exigência, partilha, interação e co-responsabilidade são elementos chave no processo de ensino e de aprendizagem, o que exige aos professores/formadores, que aceitaram o desafio, uma permanente formação, dado que a inovação ao nível das tecnologias de informação e comunicação estão em constante surgimento. Claro que nem todos os professores/formadores estão dispostos a apostarem na sua formação e a fazerem parte deste novo paradigma de ensino, mas com o tempo, cada vez mais irão “entrar nesta carruagem” e quererão fazer parte deste espaço virtual de produção e difusão do conhecimento.


É neste contexto, que têm surgido cada vez mais, comunidades virtuais de aprendizagem colaborativa, bem como modelos que nos ajudam a compreender as etapas necessárias para a construção destas comunidades, tal como, o que foi desenvolvido pela Salmon. Da leitura e análise, deste modelo retiro as várias etapas sequenciais, como fases determinantes para uma maior autonomia, motivação e construção da aprendizagem. Neste sentido, a quando da construção da minha e-atividade, passei a ter uma consciência mais efectiva, do papel que é pedido ao formador, em que para além dos conhecimentos teóricos, pedagógicos e tecnológicos, tem que conseguir manter uma comunicação e um “olhar” atento a cada um dos participantes, de modo a que estes se mantenham focados na sua tarefa e no processo de aprendizagem. Ou seja, é necessário saber “liderar” o processo de aprendizagem, ser capaz de emitir instruções e mensagens claras e inequívocas bem como o ser capaz de se colocar em segundo plano e deixar que os formandos assumam o papel principal da sua aprendizagem.
Por fim, referir que todos artigos disponibilizados na plataforma bem como a leitura de outros artigos, nomeadamente o Guia do Curso de Gestão de Recursos Humanos, da Universidade Aberta, contribuíram, para que, passasse a ter um maior conhecimento em termos conceptuais acerca dos modelos de aprendizagem em ambientes virtuais e de toda a sua especificidade e exigência.




Comentários